O diálogo da Anvisa com a sociedade foi um dos temas debatidos durante o seminário “A Anvisa e o Desenvolvimento Social e Econômico do Brasil”. Durante a mesa coordenada pelo senador Valdir Raupp (PMDB/RO) os participantes discutiram as estratégias da agência para a participação social e avaliação do impacto de suas normas.
10 Maio 2012
08 Maio 2012
Necessidade de instalações segregadas para fabricação de medicamentos para uso veterinário e para uso humano.
NOTA TÉCNICA CONJUNTA
DFIP/SDA/MAPA – GGIMP/ANVISA/MS
Assunto: Necessidade de instalações segregadas para fabricação de medicamentos para uso veterinário e para uso humano.
Tendo em vista a necessidade de se definir sobre a possibilidade de fabricar e manipular produtos de uso veterinário em instalações destinadas à fabricação de medicamentos de uso humano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) – que regulamenta a produção de medicamentos de uso humano – e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) – que regulamenta a produção de produtos de uso veterinário, avaliaram tecnicamente o assunto e em comum acordo decidem:
• É tecnicamente aceitável, do ponto de visto de risco sanitário, a produção de produtos de uso veterinário nas mesmas instalações licenciadas par fabricação de medicamentos de uso humano, nos casos em que os produtos veterinários contenham insumos aprovados para uso humano.
• A produção de produtos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo veterinário deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso veterinário.
• A produção de medicamentos contendo ativos ou excipientes de uso exclusivo humano deve ocorrer em instalações segregadas para produtos de uso humano.
• As empresas que optarem por compartilhar suas linhas produtivas, nas condições estabelecidas acima, ficarão sujeitas a inspeções regulares a serem realizadas pelo MAPA e por entes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), e deverão cumprir integralmente os requisitos de BPF impostos por ambos.
Ressalta-se que as substâncias que são utilizadas tanto na terapêutica em humanos quanto em animais já possuem estudos científicos sobre a toxicidade em humanos, o que mitigaria o risco associado à possibilidade de contaminação cruzada de medicamentos.
Este é o posicionamento.
Brasília, DF, 23 de abril de 2012.
BRUNO GONÇALVES ARAUJO RIOS
Gerente-Geral de Inspeção, Monitoramento da Qualidade, Controle e Fiscalização de Insumos, Medicamentos e Produtos, Propaganda e Publicidade.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
RICARDO REGO PAMPLONA
Diretor do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários.
Secretária de Defesa Agropecuária.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
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3:36 PM
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04 Maio 2012
Farmácias de manipulação: SIBUTRAMINA - esclarecimentos sobre o envio e modelo do Relatório
A fim de favorecer o cumprimento daRDC nº 52/2011 que trata dos medicamentos anorexígenos, que em seu artigo 8º determina que:
29 Abril 2012
Presidenta Dilma deve vetar venda de remédios em supermercados, diz ministra
Venda valeria para remédios sem receita e foi inserida em MP aprovada.Anvisa disse que não possui avaliação sobre venda fora de farmácias.
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou nesta quinta-feira (26) que a presidente da República, Dilma Rousseff, deverá vetar o artigo da medida provisória 549/11, aprovada pelo Senado, que autoriza a venda de medicamentos que não exigem prescrição médica em supermercados, armazéns, empórios, lojas de conveniência e similares.
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12:11 PM
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25 Abril 2012
Uma lei para aliviar as micro e pequenas empresas no Brasil
As micro e pequenas empresas não deveriam pagar impostos nos primeiros quatro anos de vida. Essa é a ideia central de um projeto de lei complementar que está tramitando na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados. O projeto nasceu quando o deputado Alfredo Sirkis, do PV do Rio de Janeiro, leu um artigo do engenheiro Ricardo Negreiros, especialista em reestruturar empresas e contratado por Sirkis para reestruturar o PV em 2008. No artigo, publicado em O Globo, Negreiros abordava o que considera uma injustiça: a taxação de pequenos negócios durante os primeiros anos de vida, quando ainda lutam para conquistar mercado. Sirkis se interessou pela ideia, procurou Negreiros e elaborou o PLC 113/2011. A proposta é que o Fisco deixe de cobrar impostos das empresas optantes pelo Simples Nacional durante os primeiros quatro anos de existência do negócio. “Quando o governo cobra impostos de uma empresa que nem sequer deu lucro, está tributando o próprio patrimônio do empreendedor, que está investido naquele negócio”, argumenta Negreiros.
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